MTG: CONGRESSO E AGENDAS
O Congresso do MTG, as filas e nós.
Uma representação do CTG Inhanduí participou de parte do congresso do MTG que se realizou em Nova Petrópolis. Participamos apenas do segundo dia, sábado, nove de janeiro. Infelizmente ficamos aproximadamente cinco ou seis horas em filas: pouco mais de uma hora no credenciamento, quase uma hora no almoço e mais de três horas na votação da nova direção do MTG. Representaram o CTG Inhanduí o patrão Ademir, Elisamar e o Diretor Cultura Sr. Valdomiro.
Nossa participação foi pequena considerando que o evento era de três dias e efetivamente fomos mobilizados para votar nas eleições da direção, uma parte importante do congresso, mas não necessariamente a mais importante.
Depois de ficarmos tanto tempo em filas nossa participação no plenário foi insignificante, acompanhamos umas três votações. O sistema de som era muito ruim e não conseguíamos acompanhar as argumentações e as exposições de motivos. Além disso, talvez um tanto em função disso, percebia-se um desinteresse geral da assistência no que os oradores apresentavam em suas intervenções.
As votações em plenário foram pouco representativas, considerando que num agrupamento gigantesco, votavam menos de 5% dos delegados e congressistas. A mesa condutora dos trabalhos encaminhava as votações, a favor e contra, e as declarava aprovadas por unanimidade, contudo a massiva abstenção evidenciava grande desinteresse das pessoas pelas teses. Era evidente que a maioria não estava lá para ouvir as teses, apropriar-se do que estava sendo encaminhado, participar do debate ou assumir responsabilidade pelo que se deliberava. Resta pensar que a motivação seria somente para a votação da nova direção do MTG ou para contar pontos para sua entidade participar do ENART, infelizmente.
Fico com a impressão que a direção eleita sai com a legitimidade de uma votação expressiva e que as teses aprovadas não.
É claro que ninguém pode se eximir da responsabilidade da qualidade do congresso e assumo nossa parcela. Mas se o sábado é uma amostra representativa do todo temos muito que fazer todos que se dedicam à preservação da cultura regional gaúcha e desejam um movimento tradicional gaúcho forte, construtor de consciências e de cidadania.
Parabenizo a todos que trabalharam com afinco para a realização do evento. Vi muitas pessoas, esforçando-se ao máximo para superar as dificuldades individualmente. Parece-me que faltou logística: poucas pessoas na retaguarda, restaurante aquém da necessidade, acústica ruim, prédio pouco ventilado, falta de material de divulgação das propostas das chapas concorrentes, pastas sem os elementos das teses apresentadas em plenário e falhas no planejamento. O ponto positivo mais destacado, em minha opinião, foi receber um livro no ato do credenciamento.
Neste momento falta-me o parâmetro para avaliar melhor o evento, pois este foi o primeiro Congresso do MTG no qual estive. Fica a sensação da necessidade de nosso CTG assumir a sua parcela de responsabilidade com uma participação mais significava na vida orgânica do MTG, conhecendo melhor as pessoas, acompanhando a elaboração das teses, das propostas de trabalho e dos processos deliberativos.
Uma representação do CTG Inhanduí participou de parte do congresso do MTG que se realizou em Nova Petrópolis. Participamos apenas do segundo dia, sábado, nove de janeiro. Infelizmente ficamos aproximadamente cinco ou seis horas em filas: pouco mais de uma hora no credenciamento, quase uma hora no almoço e mais de três horas na votação da nova direção do MTG. Representaram o CTG Inhanduí o patrão Ademir, Elisamar e o Diretor Cultura Sr. Valdomiro.
Nossa participação foi pequena considerando que o evento era de três dias e efetivamente fomos mobilizados para votar nas eleições da direção, uma parte importante do congresso, mas não necessariamente a mais importante.
Depois de ficarmos tanto tempo em filas nossa participação no plenário foi insignificante, acompanhamos umas três votações. O sistema de som era muito ruim e não conseguíamos acompanhar as argumentações e as exposições de motivos. Além disso, talvez um tanto em função disso, percebia-se um desinteresse geral da assistência no que os oradores apresentavam em suas intervenções.
As votações em plenário foram pouco representativas, considerando que num agrupamento gigantesco, votavam menos de 5% dos delegados e congressistas. A mesa condutora dos trabalhos encaminhava as votações, a favor e contra, e as declarava aprovadas por unanimidade, contudo a massiva abstenção evidenciava grande desinteresse das pessoas pelas teses. Era evidente que a maioria não estava lá para ouvir as teses, apropriar-se do que estava sendo encaminhado, participar do debate ou assumir responsabilidade pelo que se deliberava. Resta pensar que a motivação seria somente para a votação da nova direção do MTG ou para contar pontos para sua entidade participar do ENART, infelizmente.
Fico com a impressão que a direção eleita sai com a legitimidade de uma votação expressiva e que as teses aprovadas não.
É claro que ninguém pode se eximir da responsabilidade da qualidade do congresso e assumo nossa parcela. Mas se o sábado é uma amostra representativa do todo temos muito que fazer todos que se dedicam à preservação da cultura regional gaúcha e desejam um movimento tradicional gaúcho forte, construtor de consciências e de cidadania.
Parabenizo a todos que trabalharam com afinco para a realização do evento. Vi muitas pessoas, esforçando-se ao máximo para superar as dificuldades individualmente. Parece-me que faltou logística: poucas pessoas na retaguarda, restaurante aquém da necessidade, acústica ruim, prédio pouco ventilado, falta de material de divulgação das propostas das chapas concorrentes, pastas sem os elementos das teses apresentadas em plenário e falhas no planejamento. O ponto positivo mais destacado, em minha opinião, foi receber um livro no ato do credenciamento.
Neste momento falta-me o parâmetro para avaliar melhor o evento, pois este foi o primeiro Congresso do MTG no qual estive. Fica a sensação da necessidade de nosso CTG assumir a sua parcela de responsabilidade com uma participação mais significava na vida orgânica do MTG, conhecendo melhor as pessoas, acompanhando a elaboração das teses, das propostas de trabalho e dos processos deliberativos.
Ademir Sebastião Medeiros Rodrigues
Patrão do CTG Inhanduí
13/01/2011



